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Março de 2026: Pelo fim do silêncio e pela vida das mulheres

​O Mês Internacional da Mulher em 2026 chega com um apelo urgente: a violência de gênero precisa parar. Não é mais possível aceitar que o feminicídio continue avançando enquanto políticas públicas tentam, sozinhas, estancar essa ferida. O combate ao abuso não é apenas uma tarefa do Estado; é uma responsabilidade de todos nós.
​O cenário em números:
​Feminicídios: Em 2025, o Brasil perdeu cerca de 1.470 mulheres (uma média de 4 mortes diárias).
​Justiça: Mais de 1 milhão de novos processos de violência doméstica chegaram ao Judiciário.
​Impacto familiar: Em 71% dos casos de agressão, havia crianças presentes. O local onde elas deveriam estar seguras — o lar — continua sendo o mais perigoso.
​A luta deste 8 de Março vai além da celebração. Ela exige o fim da jornada exaustiva (escala 6×1), maior presença feminina na política e, acima de tudo, a garantia de que as mulheres permaneçam vivas. Recentemente, a união entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário deu origem ao Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio, uma iniciativa que precisa de fiscalização constante para sair do papel e transformar realidades.
​​???? Não se omita. O silêncio fortalece o agressor. Se souber de algo, denuncie!
Com informes da CUT nacional
Post/foto com efeito de IA